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Mostrando postagens de abril, 2021

Yellyark

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Mapa 2.15: Yellyark Yellyark (mapa 2.15) é o lar da tribo Formiga Morderora dos goblins Batiri. Esses goblins usam máscaras de madeira esculpidas para lembrar formigas e marcam o perímetro de seu território com cabeças e crânios de seus inimigos (humanoides e feras). Nesse contexto, "território" se refere a um único hexágono no mapa de Syndra Silvane. Para se proteger contra carnívoros gigantes, os goblins construíram as estruturas importantes da vila sobre uma "rede" de galhos de árvores fortes e flexíveis amarrados com videiras. A rede é presa a uma árvore pesada, dobrada como uma mola gigante. Quando um predador ameaça invadir a vila, os goblins cortam a videira e toda a vila é enrolada em uma bola e arremessada a milhares de metros sobre a selva! As cabanas internas são protegidas do impacto por camadas de folhas e musgo; danos às estruturas flexíveis podem ser reparados e a maioria dos totens preciosos, alimentos, cestas e armas sobressalentes da vila são salvo...

Vorn

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Ao lado de algumas pedras e samambaias há uma estátua de 2,5 metros de altura, em forma humanoide com punhos de bronze, juntas de ferro, um peitoral de adamantina e um elmo de ferro com fenda para os olhos. O resto da estátua é de madeira esculpida reforçada com faixas e rebites de adamantina. Dispersos em torno de seus pés estão oferendas de comida, penas, pedras coloridas e caveiras. A estátua é, na verdade, um égide proteto r [ shield guardian ; LdMo, página 121] desativado que uma vez serviu como guarda-costas de um mago. O mago morreu por extremo azar há décadas — ele caiu de uma árvore durante um ataque particularmente danoso de febre de macaco louco, ficou inconsciente ao bater a cabeça em uma pedra e rolou em uma poça, onde se afogou. O égide protetor permaneceu impassível e imóvel, aguardando ordens, desde então. Um personagem com proficiência na perícia Arcanismo reconhece o égide protetor pelo que é com um teste bem-sucedido de Inteligência (Arcanismo) CD 10. Um personagem q...

Vale do Pavor

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Vale do Pavor [Valley of Dread] Exploradores que chegam a Chult pelo leste provavelmente irão pegar a trilha através desta passagem, entre as Montanhas Lagarto Celeste desgastadas pelo vento ao norte e as denteadas Montanhas Sanrach ao sul. O vale de selva densa é nomeado corretamente; é um terreno pisoteado por dinossauros de todos os tipos. Ele também é a casa de reinos selvagens do povo lagarto regidos pelos cruéis reis e rainhas lagartos. Voltar ao índice

Vale da Honra Perdida

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Vale da Honra Perdida [Valley of Lost Honor] As hordas de mortos-vivos de Ras Nsi exterminaram uma tribo de chultanos neste vale. Os ossos dos  eshowe caídos se foram, com o resto - engolidos pela lava que transborda do vulcão a oeste de Hrakhamar. Flamíferos dominaram a velha forja dos anões nas montanhas, e seu território se estende por toda a extensão do vale. Flamíferos guerreiros montados em trotadores gigantes (veja o apêndice D) reforçam essa reivindicação, tornando o vale um lugar bastante perigoso para intrusos. Tzindelor, a dragoa vermelha jovem habitando a Mina de Coração de Dragão, é a única criatura cujo poder e autoridade são respeitados pelos flamíferos, ainda que a contragosto. Tzindelor e os flamíferos não se incomodam por hora, mas ambos cobiçam o que é de posse do outro: Tzindelor gostaria de possuir Hrakhamar, e os flamíferos iriam lucrar com o controle da fonte de ferro na Mina de Coração de Dragão. Voltar ao índice

Terra de Cinza e Fumaça

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Terra de Cinza e Fumaça [Land of Ash and Smoke] Este mar infernal e fumegante de rocha vulcânica negra é cortado por correntes de lava. A Terra de Cinza e da Fumaça é um parque de diversões para flamíferos e para Tzindelor, uma jovem dragoa vermelha (veja " Mina de Coração de Dragão "), que gosta de se banhar nos rios de lava. Este vale cinza e árido é tipicamente 20 a 40 graus mais quente do que qualquer outro lugar em Chult. Ele recebe apenas uma fração da chuva que cai no resto da península, e a chuva que cai evapora rapidamente com o terrível calor. Várias expedições tentaram explorar a área, mas muito do que se sabe sobre ela (e mostrado no mapa de Syndra Silvane) é baseado em observações visuais feitas no topo das montanhas costeiras. Voltar ao índice

Vale das Brasas

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Vale das Brasas [Valley of Embers] Este vale abrasador circunda o Lago Luo. A maior parte da vegetação na margem sul e leste do lago foram destruídos por correntes piroclásticas, rios de lava e cinzas flutuantes. Brasas flamejantes expelidas dos Picos da Chama cruzam o céu e caem como chuva sobre uma terra devoluta e escura. O pântano ao norte do lago é úmido o suficiente para sobreviver, mas o acumulo de cinzas na superfície da água o tornou uma vastidão intransitável de dejetos que chegam aos joelhos. Mefits de lama e de vapor abundam. Voltar ao índice

Shilku

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Este vilarejo costeiro abandonado foi destruído e preservado pela erupção vulcânica. As ruas silenciosas estão enterradas em cinzas, e o porto é sufocado com lava resfriada. Desde que Mezro foi "limpa", Liara Portyr do Forte Beluarian sofre pressão de seus patronos em Portão de Baldur [Baldur's Gate] para começar a explorar e escavar Shilku em busca de tesouros que sem dúvida estariam sepultados. Tal tarefa exigirá construir um novo forte do zero em algum lugar na costa sudoeste, e Liara não tem as mãos e os recursos para isso. Ela pode tentar recrutar os personagens para fazer essa jornada com objetivo de encontrar um possível local par a construção do forte, com isso ela consegue ao menos tranquilizar seus superiores impacientes de Portão de Baldur com o progresso feito. Embora desprovido de vida humana, a cidade está longe de estar morta. Mefits, flamíferos, salamandras, e outras criaturas que adoram calor rondam as suas vielas cinzentas e perfuram túneis até porões há...

Rio Tiryki

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Rio Tiryki [River  Tiryki]  O Tiryki respinga da encosta de um desfiladeiro coberto em neblina e corre em direção norte até a Baia de Chult, mergulhando por quedas d'águas a cada quilômetro. Isto faz dele difícil de navegar de canoa rio acima - tudo tem que ser transportado arduamente ao redor das cataratas - e perigoso de navegar rio abaixo, pois uma canoa pode ficar presa na correnteza e cair em uma cachoeira ou se destruir em corredeiras. E o pior, muitos predadores da selva e mortos-vivos rondam ambas as margens. Considerando o ninho de pterapovo em Dedo de Fogo e os grungs vivendo acima do desfiladeiro, é fácil entender por que o Tiryki é considerado o rio mais perigoso de Chult. Voltar ao índice

Rio Olung

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Rio Olung [River Olung] Águas fumegantes do Lago Luo resfriam rapidamente assim que atingem as corredeiras e pequenas cataratas. Este rio é reconhecido por guias e exploradores como uma delimitação importante. Ao leste está a selva "normal" e para o oeste está o território dos mortos-vivos. Apenas por esta razão, algumas expedições escolhem entrar na península pela Baía Refúgio. Voltar ao índice

Rio Soshenstar

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Rio Soshenstar [River Soshenstar] O Soshenstar corre ao norte da Bacia Aldani para a Baia de Chult, caindo em cachoeiras a cada 16 a 24 quilômetros [10 a 15 milhas]. Voltar ao índice

Rio Tath

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Rio Tath [River Tath] Este rio nasce da Bacia Aldani e serpenteia em direção ao oeste, passando por cachoeiras e pelo desfiladeiro de Ataaz Kahahla antes de desaguar na Baía Jahaka. Voltar ao índice

Porto Castigliar

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Porto Castigliar [Port Castigliar] O Porto Castigliar (pronuncia-se kah-STEE-lee-ar) é um porto apenas no nome. Na verdade, não é mais que um trecho de praia com um depósito de abastecimento abandonado, sete cabanas maltratadas de bambu e palha, e um cemitério contaminado. Mortos-vivos expulsaram os habitantes há muito tempo, e carniçais escavaram os túmulos. Voltar ao índice

Penhasco da Névoa

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O Penhasco da Névoa [The Mistcliff] O Penhasco da Névoa é um muro de rocha vulcânica de 300 metros de altura [1.000 pés] que se estende por 320 quilômetros [200 milhas] ao longo da costa oeste de Chult. Não há uma praia propriamente dita, apenas imensas rochas dentadas e ondas que quebram. Se isso não for o suficiente para manter a maioria das pessoas longe, os penhascos abrigam grandes acampamentos aarakocras, e também ninhos de pteranodontes [pteranodons] e quetzalcoatlus [quetzalcoatluses]. Voltar ao índice

Orolunga

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Tudo o que resta da antiga cidade de Orolunga é um zigurate em ruínas vigiado por uma naga guardiã. A naga tem milhares de anos e é uma fonte de informações úteis - talvez a melhor fonte de informações em Chult. No entanto, ela não é fácil de alcançar. Um enorme zigurate de tijolo e pedra ergue-se da selva. Duas escadas se inclinam para cima e cruzam a face frontal, uma da direita e outra da esquerda, para se encontrarem em um patamar no segundo nível, 10 metros acima de suas cabeças. Essa arquitetura se repete no segundo e terceiro níveis, mas com cada camada sucessiva adicionando menos altura do que a abaixo dela. O quarto nível, 20 metros acima do solo selvagem, é um santuário ou templo fechado, suas paredes são adornadas com símbolos de labirinto. A selva invade essa estrutura antiga. Os primeiros lances de escada estão cheios de trepadeiras, raízes de árvores e vinhas floridas. Pode ter sido cercada por uma cidade há muito tempo, mas a selva é tão densa que levaria horas de busca ...

Ossos da Agulha

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Uma enorme cratera se abre diante de você, a terra ao redor está repleta de ossos de goblin. A abertura tem 30 metros de largura e é aproximadamente circular, e as paredes de pedra são quase verticais. Dez metros abaixo, a cratera está cheia de água verde turva. Centenas de sapos pulam de uma planta flutuante a outra. A enorme caixa torácica e os finos ossos das asas de um dragão elevam-se na escuridão. Vinhas, musgo e líquen pendem dos ossos. A julgar por quanto do esqueleto está exposto, a água não pode ter mais de 90 a 120 centímetros de profundidade. Ossos da Agulha [Needle's Bones] As paredes da cratera são ásperas e cobertas por dezenas de trepadeiras robustas, portanto, entrar ou sair da gruta é fácil e automaticamente bem-sucedido. Os ossos são os restos de Ormalagos, uma dragoa verde adulta mais conhecida durante sua vida como Agulha. Ela usou esta gruta como um covil, mas temia que os goblins de Batiri tivessem farejado sua localização e estivessem se preparando para atac...

Omu

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  Localização de Omu em Chult A cidade perdida de Omu é descrita no capítulo 3. Voltar ao índice

Destroços do Narval

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Naufrágio do Narval [Wreck of the Narwhal] Por algum acidente mágico, um galeão navegante chamado Narval acabou no coração da selva. Está de cabeça para baixo, com o casco incrustado de cracas e coberto de hera. A tripulação se foi sem deixar vestígios, mas o velho navio ainda tem ocupantes: um homem-tigre recluso e uma pequena tribo de vegepigmeus o compartilham. Como o homem-tigre mata mais do que come e deixa o excedente para os vegepigmeus, a pequena comunidade se dá bem. Os vegepigmeus prosperam na área úmida e escura sob o navio e em seu porão, enquanto o homem-tigre vive com mais elegância na arejada e bem equipada cabine do capitão (embora de cabeça para baixo). A tribo vegepigmeu consiste em um vegepigmeu chefe [ vegepygmy chief ], doze vegepigmeu [ vegepygmy ] e três espinhentos [ thorny ]. O homem-tigre [ weretiger ; LdMo, página 209] (N masculino chultano humano) não usa mais nome, mas ele foi chamado de Bwayes O'tamu anos atrás. Ele é primo de Wakanga O'tamu e...

O Caldeirão

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O Caldeirão [The Cauldron] A lava que entra no mar a partir de vulcões próximos provoca imensas colunas de vapor, que emergem continuamente desta baía. Este vapor, combinado com nuvens de cinzas e fumaça negra dos vulcões, dá à baía seu nome. Nenhuma vida marinha sobrevive na baía — a água envenenada é perpetuamente coberta por uma camada de fuligem flutuante — e a vegetação ao longo da costa está toda morta e coberta de cinzas. Voltar ao índice

Destroços da Deusa Estrela

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Uma embarcação de madeira quebrada em três pedaços está presa no alto dos galhos de uma árvore. Ela lembra um navio, mas há diferenças que o marcam claramente como não sendo um transporte de alto mar. A popa é a parte mais baixa, pendurada precariamente por seu cordame a cerca de 15 metros acima do solo. A seção do meio parece estar 5 metros mais alta, e a seção do bulbo está firmemente encaixada em um ninho de galhos outros 5 metros acima disso. Uma voz fraca grita: “Olá, no chão. Você pode nos ajudar?" Mapa 2.14: Destroços da Deusa Estrela [Wreck of the Star Goddess] A Deusa Estrela era um barco voador de 30 metros vindo de Halruaa. Ele voou como um dirigível, com a ajuda de um incrível saco de gás mais leve que o ar. Uma tripulação de aventureiros halruaano o usava para explorar Chult pelo ar quando foi atacada por um bando de pterapovo. O pterapovo cortou o saco de ar, e a embarcação bateu na copa das árvores. Conforme mostrado no mapa 2.14, a gôndola de madeira se partiu em ...

Nangalore

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Este grande jardim (mapa 2.13) foi construído em homenagem a Zalkoré, uma vaidosa rainha omuana. Seu construtor, Thiru-taya, era o principal general de Zalkoré, além de seu cônjuge. Na época deles, o jardim era chamado de Ka-Nanji, o Jardim Suspenso dos Sonhos. Ka-Nanji era um palácio e um refúgio das intrigas e pressões de Omu, e o belo jardim em camadas foi considerado um tributo digno da rainha. Elogios sem fim foram se infectando por uma inveja venenosa na mente de Zalkoré até que por fim ela barganhou com uma erínia, com o intuito de manter sua juventude e beleza para sempre. A erínia cumpriu o acordo transformando a rainha em uma medusa. Quando as notícias de seu acordo maligno se espalharam pelo reino, o exército forçou Zalkoré a abdicar e a exilaram em Ka-Nanji, que passou a ser conhecido como Nangalore, o Jardim dos Sonhos Perdidos.  Acreditando que Thiru-taya estava entre os generais que a exilaram, Zalkoré desfigurou todas as estatuas e quadros dele em Nan...

Mina Coração de Dragão

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Um clã de anões do escudo [shield dwarve] operou esta mina de ferro até quarenta anos atrás, quando foi conquistada por uma jovem dragoa vermelha chamada Tzindelor. Hew Cortapedra [Hew Hackinstone] (veja " Encontrando um Guia ") espera recuperar e reabrir a mina, e ele alegremente alista os personagens em seu auxílio (ou os envolve involuntariamente, se necessário). Tzindelor reuniu um amontoado de kobolds, que a chamam de Flama [Tinder]. Ela ocasionalmente sai para caçar, mas passa a maior parte do tempo dormindo no fundo da mina. Os kobolds equipam o covil compartilhado com inúmeras armadilhas. Muitas áreas da mina ainda mostram sinais da batalha dos anões contra Flama, incluindo os ossos espalhados e carbonizados dos que morreram. Os anões deixaram três vagonetas de minério na mina, todas em funcionamento ou reparáveis. O trilho da vagoneta circulando no fosso principal é bastante íngreme; não tão íngreme quanto escadas, mas mais íngreme do que a maioria das rampas. As vag...